Colheita: É recomendável colher as raízes entre junho e agosto, quando são mais amargas. Divida-as no sentido do comprimento antes de secá-las. As folhas podem ser colhidas a qualquer tempo. Constituintes: Glicosídeos, triterpenoides, colina, até 5% de potássio. Ações: Diurética, colagoga, antirreumática, laxante, tônica.
INDICAÇÕES: O dente-de-leão é um diurético potente, comparando-se sua ação à da droga frusemida. O efeito comum de uma droga estimulante da função renal é a perda de potássio vital do corpo, o que agrava possíveis problemas cardiovasculares presentes. Porém, com dente-deleão temos uma das melhores fontes naturais de potássio. Ele é então um diurético perfeitamente equilibrado e seguro que se pode usar sempre que essa ação é necessária, incluindo casos de retenção de líquido devida a problemas cardíacos. Como colagogo, é ecaz para tratar inamação e congestão do fígado e da vesícula biliar. É especíco para icterícia congestiva. Como parte de um tratamento mais amplo do reumatismo muscular, pode dar ótimos resultados. Essa erva é um tônico geral de grande valor e talvez o diurético e tônico hepático de maior utilização.
Combinações: Para tratar problemas do fígado e da vesícula biliar, pode-se misturar com uva-espim e chelone glabra. Para retenção de líquido, com grama-de-ponta ou mil-folhas.
PREPARO E DOSAGEM: Decocção: coloque 2 a 3 colheres de chá da raiz numa caneca com 250 ml de água fria, leve ao ponto de ebulição e deixe ferver em fogo brando por 10 a 15 minutos. Beba três vezes ao dia. As folhas, cruas, podem ser misturadas a saladas. Tintura: tome 5 a 10 ml três vezes ao dia.
